“Respect your cyberself”

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Campanha italiana imageME, em torno das questões do Sexting e da Cyberstupidity, desenvolvida pela ONG Instustria Scenica e pela Università Cattolica del Sacro Cuore di Milano. Site do Projeto aqui. Outros vídeos do projeto aqui.

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A história de uma serva

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The Handmaid’s Tale, série televisiva realizada por Bruce Miller, é uma adaptação do romance de Margaret Atwood, A História de uma Serva. Esta narrativa incrível é uma projeção do passado no futuro, uma reflexão sobre identidade, género, corpo, sexualidade, fertilidade, reprodução, maternidade, parentalidade, conjugalidade, violência sexual e de género, ditaduras, relação entre religião e política, escravatura, direitos humanos e por aí fora. É brutal. Mas é essencial. Lembra que os direitos adquiridos podem desaparecer de um dia para o outro, e que é preciso ter esta consciência permanentemente.

 

Acerca do mito de que a educação sexual incentiva a iniciação sexual

Caroline Arcari, especialista em Educação Sexual pelo Centro de Sexologia de Brasília (CESEX) e mestre em Educação Sexual pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), em entrevista à Futura:

“A educação sexual, que o senso comum tanto teme, é, na verdade, uma das formas mais eficazes de enfrentamento da violência sexual. Não se refere apenas ao conhecimento dos genitais e saber de onde vêm os bebês, mas aos conceitos de autoproteção, consentimento, integridade corporal, sentimentos, emoções, sonhos, identidade, tipos de toques que adultos estão autorizados ou não em relação ao corpo da criança e do adolescente – tudo isso é educação sexual. Quando fornecida com qualidade, material adequado a cada faixa etária, a educação sexual é extremamente protetiva. Crianças e adolescentes que têm educação sexual, na escola e em casa, estão 6 vezes mais protegidas contra a violência sexual”.

Um prémio para a educação sexual (Casa Qui)

Captura de ecrã 2018-05-18, às 09.00.09.pngA 2ª edição do EdSex (Concurso de Boas Práticas de Promoção da Igualdade de Género na Educação Sexual) decorre entre 17 de maio e 30 de setembro de 2018.

Distingue escolas, turmas ou grupos de alunos/as, na zona Centro, que se destacaram por iniciativas/práticas na:

-promoção da igualdade de género;

-combate à violência no namoro;

-combate à discriminação por motivo da orientação sexual ou da identidade/expressão de género.

1º Prémio – 300€ + Conjunto de Livros

2º e 3º Prémios – Conjunto de Livros

Mais informações no site da Casa Qui, aqui.